(Com informações da Assessoria)
Durante 22 anos, fosse no Cinema São Luiz ou no Teatro Guararapes – lugares que receberam e recebem de portas abertas o Cine PE – a jornalista e cerimonialista Graça Araújo emprestou sua potente voz ao festival. “Graça era a cara do Cine PE. Não tem como pensar em um e não lembrar do outro”, descreve a diretora do evento, Sandra Bertini. Não à toa, Sandra decidiu oferecer a grande homenagem da 23ª edição do Cine PE à amiga, falecida em setembro de 2018.
Para a surpresa do público, na abertura do festival, o palco se iluminou com um holograma que trazia o rosto e a voz da jornalista. “Eu sempre estive com vocês nesses 22 anos, neste ano não poderia ser diferente”. A homenagem, ovacionada pelo público que lotou o Cinema São Luiz na noite desta segunda-feira (29), também foi recebida com muito choro por colegas de trabalho, amigos e familiares de Graça.

O vídeo-simulação foi seguido pela estreia da atriz Nínive Caldas como cerimonialista do evento. “A vida da Graça (a nossa, Araújo) é uma extensão da vida do Cine PE”, dizia um dos trechos mais tocantes do texto de homenagem de Sandra Bertini, lido com muita sensibilidade por Nínive. A homenagem se encerrou com um vídeo de memórias e a entrega do troféu Calunga de Ouro, a maior honraria do festival, entregue à irmã de Graça pela equipe que trabalhou nos bastidores com a jornalista durante os últimos 22 anos.
Na abertura da programação de seu 23º ano, o Cine PE exibiu os dois filmes da mostra Hors Concours: o curta “Parto Sim”, de Kátia Mesel, e o longa-metragem “Frei Damião – O Santo do Nordeste”, de Deby Brennand.






