Belo Jardim recebe, entre os dias 17 e 22 de agosto, a 9ª edição do Cine Jardim – Festival Latino-Americano de Cinema de Belo Jardim, e um dos destaques da abertura será o documentário “Apopcalipse Segundo Baby”, dirigido por Rafael Saar. O longa, que mergulha na trajetória artística, pessoal e espiritual de Baby do Brasil, integra a programação de abertura ao lado dos filmes “O Primo Holandês” e “Vipuxovoku – Aldeia”.
Produzido pela Dilúvio Produções, em parceria com o Canal Brasil, “Apopcalipse Segundo Baby” chega a Belo Jardim após uma trajetória de destaque pelo circuito brasileiro de festivais em 2026.

O filme integrou a Competição Oficial do É Tudo Verdade 2026, considerado um dos principais festivais dedicados ao documentário na América do Sul, onde conquistou Menção Honrosa na Competição Brasileira de Longas ou Médias-Metragens. A produção também recebeu o Prêmio EDT de Melhor Montagem em Longa-Metragem, concedido na competição paralela. Na sequência, o documentário foi selecionado para a Mostra Brasil do In-Edit Brasil 2026 e para a mostra Arquivos em Questão, da 21ª CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto.
Uma viagem pelo universo de Baby do Brasil
Com direção e roteiro de Rafael Saar, “Apopcalipse Segundo Baby” propõe uma viagem em primeira pessoa pela vida de uma das artistas mais inventivas, irreverentes e transgressoras da música brasileira.
O documentário acompanha Baby em deslocamentos por lugares fundamentais de sua história, entre eles Salvador, Niterói e Santiago de Compostela, transformando essas viagens em pontos de partida para revisitar diferentes momentos de sua trajetória. Memórias da infância, a fuga para a Bahia ainda na adolescência, a experiência de vida comunitária com os Novos Baianos, a construção de uma carreira solo singular e a permanente busca espiritual da artista se entrelaçam ao longo do filme.

Da liberdade associada aos Novos Baianos ao universo multicolorido de sua carreira solo, o documentário percorre as múltiplas influências de Baby e evidencia uma artista que atravessou estilos, comportamentos e transformações culturais sem perder sua identidade. Entre referências que vão de Janis Joplin a Ademilde Fonseca, o filme revela sua versatilidade rítmica e musical e recupera a ousadia de uma personagem fundamental da contracultura e da música popular brasileira.
Sinopse — “Apopcalipse Segundo Baby”
Uma viagem em primeira pessoa pela trajetória da cantora Baby do Brasil. A partir de sua pluralidade transgressora, o filme revisita um caminho que atravessa a liberdade dos Novos Baianos, o brilho da carreira solo, o espírito hippie, o pop multicolorido e referências musicais que vão de Janis Joplin a Ademilde Fonseca. Um mergulho na versatilidade rítmica, musical e espiritual e na ousadia de um dos grandes ícones da contracultura brasileira.





