
O Polo de Confecções do Agreste registra um posicionamento mercadológico muito importante hoje em dia para o estado. Relatório apresentado ano passado, o novo Estudo Econômico do Arranjo Produtivo Local do Polo de Confecções do Agreste de Pernambuco-2012, revelou um novo mapeamento em que se destaca a existência de mais de 18 mil unidades produtivas em que são produzidas no Polo de Confecções cerca de 842,5 milhões de peças/ano. Apesar do expressivo volume, é necessário focar nas potencialidades da região de forma estratégica para obter a visibilidade nacional que lhe é merecido, aponta a especialista pernambucana Larissa Maçães, radicada em São Paulo há mais de 10 anos. Especialmente diante da tendência da moda sustentável que tem conquistado muitos criadores fashions brasileiros, como as paulistas Vanessa Montoro e Flávia Aranha e a baiana Márcia Ganem. “É preciso lembrar que não se faz nada sustentável sem ter uma visão de negócio. Moda é uma expressão do povo de uma época, mas como modelo de negócio ele tem que se desenvolver, especialmente em Pernambuco, em que há tantos diferenciais para ser conferido e comprado pelo mundo. Não se tem desenvolvimento, modelagem nas fábricas que acabam ficando limitadas no que já está lançado no mercado. Não há como finalizar uma coleção própria com sua identidade”, destaca a consultora da Adatto Fashion Business/ TNVG, única brasileira com expertise em estilo e imagem pelo instituto britânico ColourMe.




