“Todo mundo quer ser chef de cozinha, mas ninguém quer cozinhar.” A frase, de Erick Jacquin, mostra que o carregado sotaque francês não o impede de falar o que pensa. Nesses 20 anos em que está no Brasil, o chef não se limitou ao cenário gastronômico. Em mais de seis horas de conversa com a repórter Natalia Horita, Jacquin mostrou que é um homem que tem opinião. A entrevista completa com Erick Jacquin você lê na Playboy de maio que chega às bancas no próximo dia 17. Leia algumas declarações:

Sobre críticas – “Todo mundo quer ser jornalista. Os blogs por exemplo. Tem cara que fala mal de todo mundo, mas não escreve o nome dele. Ele se acha o que? Crítico gastronômico? Todo mundo quer ser cozinheiro, todo mundo quer ser fotógrafo, é moda. Todo mundo quer ser chef de cozinha, mas ninguém quer cozinhar.”
Sobre seu temperamento explosivo – “Nunca joguei um prato em cima de alguém. O problema é que sou muito exigente.”
Sobre leis trabalhistas – “É uma ditadura esse negócio de carteira de trabalho no Brasil. A diferença entre o Brasil e a França é que aqui ninguém reforma as leis trabalhistas, são as mesmas dos tempos dos coronéis”.





